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História da RecifEscola

Nos anos oitenta Pablo Stahli adquiriu diversos terrenos em Itapissuma.
Após algumas reflexões e depois de constatar que uma favela se formara diretamente ao lado dos terrenos, ele decidiu construir ali uma escola, em cooperação com as autoridades locais.

As negociações com o prefeito de Itapissuma daquela época, contudo, fracassaram (principalmente, porque o político não conseguia acreditar que alguém quisesse realizar um projeto como esse sem interesses financeiros ou obscuros), mas a ideia prevaleceu, até porque a associação RecifEscola havia sido fundada em Zurique já em 1997 e dispunha de fundos modestos, com algum capital inicial oriundo da Suíça.
RE estabeleceu contato com o prefeito do município vizinho Igarassu e, em pouco tempo, foi firmado um contrato pelo prazo de dez anos, que definia, em princípio, que a administração pública deveria prestar o serviço correspondente a cada franco suíço recebido da associação na Suíça (disponibilizar material de construção, recursos humanos, professores etc.).

A parceria com o prefeito Yves Ribeiro provou-se excelente e a experiência bem sucedida.
No decorrer da década, sob o comando do diretor da RE, Odilon de Albuquerque Mello, mais de 6.000 jovens gozaram de uma escola primária de nível bastante superior ao padrão brasileiro, com muitas ofertas de cursos paralelos, como fotografia, cerâmica, capoeira e aulas de dança. Em 2010, após a prescrição do prazo de dez anos, a escola "Albin Stahli" tornou-se propriedade do município de Igarassu. A escola manteve o bom funcionamento, mesmo sem o suporte da RE.

O sucesso encorajou-nos a retomar a ideia antiga de Itapissuma, porque o município contava então com novo prefeito. Este prefeito, Clovis Cavalcante, entusiasmou-se com o projeto e assinou um contrato praticamente idêntico àquele de Igarassu. Iniciaram-se os trabalhos de construção. Tudo decorreu como planejado, embora mais lento do que o previsto.

Entretanto, Clovis Cavalcante não foi reeleito e seu sucessor, Cal Volía, prometeu respeitar e cumprir o contrato na íntegra, mas suas palavras não passaram de falácia. Adaptamos o projeto. A ideia simples de uma escola foi ampliada. A instituição "Mathilde Stahli" tornou-se um centro comunitário, que oferece ao povo da favela vizinha melhores condições de vida. Foram integrados um consultório odontológico (com infra-estrutura disponibilizada pela RE e dentistas disponibilizados pelo município), um posto de atendimento médico (instalado também pelo município), vacinação gratuita, distribuição gratuita de leite e alimentos, jardinagem, cursos de artesanato, creches gratuitas, salas de informáticas etc. (instalados pela RE).

Atualmente, a Escola Mathilde Stahli ministra aulas cinco dias por semana, no âmbito do programa estatal  "Mais  Educação". 150 crianças gozam da oferta.
Em virtude de sua infra-estrutura, RE teria condições de cuidar diariamente de mais 100 crianças, oferecendo-lhes, bem como às suas famílias, os serviços mencionados.
O desenvolvimento do projeto RE pode ser consultado na página web www.recifescola.com.br a qualquer tempo. Lá se encontram estatísticas atuais, relatórios, protocolos, fotografias, formulários de inscrição etc.

A diretoria da RecifEscola agradece seu apoio a este projeto social.

 

 

 




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